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"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano  o  que Deus tem preparado para aqueles que  o  amam."  1 Coríntios 2:9






A  displasia  coxofemoral   é  uma  doença  hereditária,  podendo  também  sofrer  influencia  por fatores  do  meio  ambiente  e  ocorre,  principalmente,  em  raças de grande porte, sendo também bastante comum entre os cães da raça Dogue Alemão.

Por esta razão, em muitos países da Europa como também nos EUA radiografar e diagnosticar os cães antes de utilizá-los em programas de reprodução já é uma prática comum, enquanto que  em alguns países como na Alemanha é inclusive obrigatória, sendo um dos pré-requisitos para  que se tenha a aprovação  dos  reprodutores pelo Deutsche Doggen ClubDDC  e,  posteriormente, seja possível  registrar a ninhada e obter o registro (pedigree) dos respectivos filhotes.

Leia  mais  detalhes sobre as normas de acasalamento do Clube Alemão Deutsche Doggen Club  em nossa página  Regra Acasalamento DDC, ou pesquise diretamente no website  do   DDC   em www.doggen.de/index1.html - Information - Zuchtordnung - e, ainda, veja em: Ratgeber - Zucht

No Brasil ainda não é comum radiografar os cães com  a  finaliade de emitir o Laudo de Displasia Coxofemoral  e  apenas alguns criadores  isoladamente  adotam  esta   prática  espontâneamente, garantindo com isso maior segurança e confiabilidade  na  qualidade dos seus  filhotes.

No intuito de esclarecer e divulgar este assunto que julgamos de suma importância  para a  Raça Dogue Alemão,  publicamos  aqui  nesta  página  a  matéria sobre DISPLASIA COXOFEMORAL do  Canil Bernese Black Comb  com a sua  respectiva  anuência  e  autorização.





O QUE É:

A Displasia é caracterizada pela má formação no encaixe da cabeça do fêmur com a bacia.  É uma doença  hereditária  e de  carater  recessivo  que  pode  aparecer  e desaparecer com o tempo, em diferentes gerações. Os gens da displasia, acredita-se que sejam em torno de 20 gens diferentes, podem ser transmitido pelos pais, avôs, ou bisavôs...

O que pode acontecer é que com erros de manejo a displasia pode se agravar.  Por  exemplo,  um cão displásico nunca deve estar obeso, viver em  piso  liso  e  escorregadio,  fazer  exercícios  em demasia, diante desse quadro um cão  HD B  pode  evoluir  para  um nível mais grave da doença.

Para  minimizar  as  chances  de  um  cão  nascer  com displasia, um criador consciente estuda os laudos e  graus da  doença  de  várias  gerações  anteriores  dos  cães  em  programa  de  criação.


O CONTROLE:

A  única  maneira  de  se  controlar  a  displasia  é radiografando os reprodutores e não cruzando animais  que   tenham   o   problema   mais   acentuado  (HD D  ou   HD E).   Cães   HD C  devem, preferencialmente,  acasalar  com  cães  HD A.

Para   fazer  o  controle  com  segurança,  o   cão  deve  ser   radiografado  com   2 anos de  idade.  E  nunca  cruzar  antes  de  ter  feito o exame.

O  exame  na   raça  deve  ser  feito,  preferencialmente, por veterinários credenciados ao  Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária   (CBRV),   OFFA   e   pela   Dra. Adriana  Varella,  veterinária credenciada  pela  APRO.  Caso em sua cidade não tenha nenhum veterinário apto a dar o laudo, você   pode   radiografar   seu   cão  e  enviar   o   raio-X  para   o   CBRV  (www.provet.com.br )
                                              w ww.abrv.com.br/col_normas.php


POR QUE CONTROLAR?

A  displasia é uma doença extremamentre dolorida para muitos cães afetados. Em alguns casos é necessário  fazer  cirurgia  para  que  o  cão  possa  continuar  andando, em  outros  casos, o cão precisa ser sacrificado.  Infelizmente,  essa  doença  está  cada  vez   mais  comum.  Ver  um  cão sofrendo de displasia  é algo extremamente  triste.  E,  se  podemos  fazer  nossa  parte  para  que isso seja cada vez mais raro,  não podemos cruzar os braços.


DIAGNÓSTICO:
O  diagnóstico da  DCF  é exclusivamente radiológico. Portanto, não se deve dar um atestado de não  displásico  apenas pela  ausência  de sintomas, todos os animais devem  ser  radiografados.


Na avaliação radiográfica o animal pode ser incluído nas seguintes categorias de acordo com as alterações presentes:

HD- animal sem sinais de displasia coxofemoral (HD A)

HD+/- animal com articulações coxofemorais próximas do normal (HD B)

HD+ animal com displasia coxofemoral leve (HD C),  ainda  é  permitido o acasalamento, apenas com cães HD A

HD++ animal com displasia coxofemoral moderada (HD D)

HD+++ animal com displasia coxofemoral severa (HD E)


SINTOMAS:
Os  sinais clínicos geralmente começam aos 5-8 meses de idade, sendo que em alguns casos não aparecem até os 36 meses de idade.

Os  sintomas  são  extremamente  variáveis, confira alguns deles: dificuldade ao andar e levantar, correr e subir escadas;  manqueira; dorso arqueado, andar cambaleante,  abrasão das unhas dos membros  posteriores;  diminuição  da  amplitude  de  movimentação  dos  membros  posteriores; atrofia   da   musculatura   dos    membros    posteriores;   sensibilidade   local.   Alguns   animais displásicos  não  apresentam  sintomas.


Apresentamos, logo abaixo, também  o  Resumo da Palestra com o Dr. Edgar Sommer,  produzido  e  publicado  pelo Canil   Bernese BlackComb  em uma das páginas de  seu  site.



"Nós do  BlackComb separamos  uma  matéria  muito informativa para ajudar todos os que estão buscando  informações  a  respeito da  displasia. Ela é basicamente um resumo da palestra com o Dr. Edgar Sommer,   um  dos  radiologistas veterinários  mais  respeitado  do Brasil e do mundo e fundador do Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária."   www.bernese.com.br/news53.shtml

Leia o resumo da palestra:

Algumas perguntas que foram feitas durante a palestra:

Cães com "jarrete de vaca" têm displasia obrigatoriamente?
Não. Na verdade, cães com jarrete de vaca têm uma probabilidade muito maior  de desenvolver a displasia. Mas não é uma regra.

Apenas cães com o grau HD D ou HD E sentem dor?
Não. A dor independe do grau de displasia que o cão apresenta.  Cães  com  displasia  avançada podem nunca sentirem dor, por outro lado, um cão HD C pode sentir muita dor.

IMPORTANTE: todo animal que começar a mancar é obrigatório radiografá-lo, independente da sua idade.

Existe a possibilidade de um cão com 7 gerações isentas de displasia apresentar este mal?
Existe, mas a chance é muito pequena.

Praticar esportes dá displasia?
O  animal  só  vai  desenvolver  a  displasia se geneticamente for apto a tê-la. É claro que se você forçar seu treino e ele for propenso genéticamente a desenvolver a displasia, ela  irá aparecer.  O ideal antes de iniciar um treinamento é radiografar o cão.

O grau de displasia do cão pode mudar com a idade?
Sim.  Justamente  por isso  o  Colégio Brasileiro de Radiologia  decidiu  mudar a data mínima para obter o laudo definitivo do cão para 24 meses. Pois o grau dificilmente mudará  após  esta  idade.

Existe displasia adquirida?
Teoricamente,  não  existe a displasia adquirida.  Pois  o animal só irá desenvolver a displasia  se for  geneticamente  propenso  a desenvolvê-la.  Nenhum veterinário conseguiria distinguir  isso, diagnosticamente.  A não ser que o animal apresente sinais de fraturas. Pisos lisos, por exemplo, também podem piorar o laudo do animal e agravar seu grau.

O criador tem aguma obrigação de repor um cão displásico?  Legalmente  não.  Mas  isso  vai depender da intenção de cada um.

O mal posicionamento de uma radiografia pode interferir no laudo do animal?
Sim.   Isso  acontece  muito,  pois  é  muito  difícil  colocar   o  animal   na   posição  perfeita  para radiografá-lo.

IMPORTANTE:  A  Displasia  não é  algo matemático. Cada radiografia tem que ser interpretada separadamente.  Não é apenas a medida de um  ângulo que determina se um cão é displásico  ou não.  E sim um conjunto de fatores.

É possível interpretações diferentes de uma mesma radiografia?
Sim.  Isso  é  super  saudável  na  veterinária  e  pode  acontecer.  Por isso recomendamos que as radiografias  sejam  enviadas  para  o  Colégio  para  que  sejam  analisadas  por  uma  equipe  de profissionais capacitados.

O que deve ser feito com um cão que já apresenta um grau de displasia avançado?
- Primeiramente ele deve ser afastado da criação.
- O  cão não pode ser,  de maneira alguma obeso.  Evitar  que  o cão  cresça  acima do peso pode evitar  que ele desenvolva este  mal.
- Caminhar moderadamente todos os dias é um  bom tratamento. -  Natação,  principalmente  nos casos de displasia de cotovelo, e hidroginática.  
- Um medicamento chamado Osteocart também pode ser usado para ajudar animais displásicos a não sentirem dor. Consulte um bom veterinário e ele o orientará.


Leia mais sobre displasia no site do Canil Bernese BlackComb :

Alerta! para todos que querem comprar um bernese.




Nossos  mais  sinceros  agradecimentos  ao  Canil  Bernese BlackComb  pela  pronta  resposta  e autorização  para  publicarmos  em   nosso  site  esta  matéria  tão  importante  para   as  raças  de grande porte, bem como a todos os criadores que trabalham em prol da reprodução responsável  e de qualidade.

                                                               Muito obrigada!




Visite  o  site  da   Associação Brasileira de Radiologia Veterniária  - ABRV   e  acesse  a   página Normas   do  Colégio  Brasileeiro  de  Radiologia  Veterinária   para  conhecer  como  deve  ser   o procedimento radiográfico para a avaliação das articulações coxofemorais em relação à Displasia coxofemoral.   www.abrv.com.br/col_normas.php



Raio-x Fritz 1 

 

 

Raio-x  de

Fritz  Alto

do Pantanal

Nº do cert. CBRV:1577

Laudo Displasia:
B (HD +/-)  





Raio-x Fritz 2 

 

 

Raio-x  de

Fritz Alto

do Pantanal

Nº do cert. CBRV:1577

Laudo Displasia:
B (HD +/-)  





Raio-x Maxim 1 

 

 

 

 Raio-x  de

"X"Maxim

  Arl Von

Windgard

 Nº do cert.
CBRV: 1578

  Laudo        Displasia: 
 C (HD+)  





 

 

 

 Raio-x  de

"X"Maxim

  Arl Von

Windgard

 Nº do cert.
CBRV: 1578

  Laudo        Displasia: 
 C (HD+)  






           NORMAS DO COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA VETERINÁRIA
                                          www.abrv.com.br/col_normas.php  

Os exames  radiográficos  deverão ser  encaminhados  ao  CBRV pelos proprietários dos cães ou veterinários, para a avaliação das articulações coxofemorais  e emissão do Laudo Oficial, quanto à presença ou não de displasia.

Junto ao exame radiográfico deverão ser enviados os seguintes documentos:
- Cópia autenticada do “Pedigree” do animal,
- Termo de responsabilidade do proprietário,
- Termo de responsabilidade do médico veterinário responsável pelo exame radiográfico,
- Taxa referente às despesas da avaliação, no valor de R$ 40,00 (Quarenta Reais)

O procedimento radiográfico deverá ser realizado conforme as normas do CBRV para a avaliação das   articulações  coxofemorais  em   relação  à   Displasia  coxofemoral   envolve  os   seguintes quesitos:

1. Idade:  A  avaliação das  condições  articulares   será  realizada  definitivamente a partir dos 24 meses de idade completos.  Esta  condição poderá  ser  precedida de avaliações preliminares das articulações coxofemorais,  que  fornecerão dados precoces de normalidade ou não das mesmas, cujo exame poderá ser realizado em torno e a partir de doze meses de idade.

2. Contenção:  Com  a  finalidade  de  assegurar  a  qualidade  técnica  desejável,  é  obrigatória  a contenção   do   paciente  mediante  a   utilização  de   associações  farmacológicas,  capazes   de determinar  perfeito  relaxamento  do  animal,  para  se  obter  o posicionamento correto e livre de reações por parte do cão.

3. Posicionamento: O  animal  deverá ser  mantido em decúbito dorsal, com os membros pélvicos em extensão, paralelos entre si e em relação à coluna vertebral, tomando-se o cuidado d e manter as articulações fêmoro-tíbio-patelares rotacionadas medialmente, de tal forma que  as  patelas  se sobreponham aos sulcos  trocleares.  Deve-se  ainda ter  o cuidado  para  que  a  pelve  fique  em posição horizontal.  Uma  segunda  radiografia  poderá  também  ser  utilizada  com  os  membros pélvicos  flexionados.

4. Identificação do filme:  Na  identificação  permanente  do  filme,  deverá  constar  o  nome  e  o número  de  registro  do  animal,  número de identificação do mesmo pela tatuagem ou microchip, espécie,  raça,  data  de  nascimento,  data  do  exame  radiográfico,  identificação  da  articulação coxofemoral  direita ou esquerda e o local onde o exame for realizado.

5. Tamanho do filme:  O  filme  radiográfico  deverá  ser  suficiente  para  incluir t oda a pelve e as articulações  fêmoro-tíbio-patelares do  paciente.

6. Qualidade da radiografia: Serão analisadas as radiografias cujo  padrão  de  qualidade  ofereça condições  de  visibilização  da  microtrabeculação  óssea  da  cabeça  e  colo  femorais  e,  ainda, definição precisa  das  margens  da  articulação  coxofemoral,  especialmente da borda acetabular dorsal.

7. Laudo: A  comissão,  ao  receber  a  radiografia,  avaliará  sua  qualidade   para  o  diagnóstico, ficando a seu cargo a possibilidade de devolução ao médico veterinário que a realizou, caso não obedeça aos padrões técnicos desejados. Para a emissão do  laudo  definitivo,  cada  radiografia será  examinada  por   uma   comissão   constituída  por  três  médicos  veterinários  radiologistas membros  do  CBRV.  O  proprietário  terá direito, mediante o pagamento dos respectivos custos, de  recorrer  a  um s egundo e  último diagnóstico, submetido ao júri da displasia coxofemoral do Comitê Cientifico da Federação Cinológica Internacional.

8. Serão  consideradas  as  seguintes  categorias:  As  articulações coxofemorais serão avaliadas individualmente   e   classificadas   segundo   a   pior   avaliação   e  não  a  média  entre  as  duas articulações coxofemorais em:

Grau A – Articulações coxofemorais normais (H. D. –):
A   cabeça femoral    e   o   acetábulo   são  congruentes.   A   borda   crânio-lateral   apresenta-se pontiaguda  e   ligeiramente  arredondada.  O  espaço  articular  é  estreito  e   regular.   O  ângulo acetabular,  segundo  Norberg,  é  de  aproximadamente  105º (como referência).  Em  articulações coxofemorais excelentes, a borda crânio-lateral circunda a cabeça femoral pouco mais  na direção látero-caudal.

Grau B – Articulações coxofemorais próximas da normalidade (H. D. +/–):
A  cabeça femoral e o acetábulo são ligeiramente incongruentes e o ângulo acetabular, segundo Norberg,  é de aproximadamente 105º ou o centro da cabeça femoral se apresenta medialmente  à borda  acetabular  dorsal  e  a  cabeça femoral  e  o  acetábulo  são congruentes.

Grau C – Displasia coxofemoral leve(H. D. +):
A cabeça femoral e o acetábulo são incongruentes. O ângulo acetabular, segundo Norberg, é de aproximadamente  100º  ou  há  um  ligeiro  achatamento  da  borda  acetabular  crânio-lateral,  ou ambos.   Poderão  estar  presentes  irregularidades  ou   apenas   pequenos  sinais  de  alterações osteoartrósicas  da  margem  acetabular  cranial,  caudal  ou  dorsal  ou na cabeça e colo femoral.

Grau D – Displasia coxofemoral moderada (H. D. + +):
A  incongruência  entre  a  cabeça femoral  e  o  acetábulo é  evidente, com sinais de subluxação. O ângulo acetabular,  segundo Norberg, é de aproximadamente 95º como referência. Presença de achatamento  da borda  crânio-lateral  ou  sinai s osteoartrósicos,  ou ambas.

Grau E – Displasia coxofemoral grave (H. D. + + +):
Há   evidentes   alterações   displásicas  da  articulação   coxofemoral,  com  sinais  de luxação ou distinta subluxação.  O  ângulo  de  Norberg é menor que 90º. Há evidente achatamento da borda acetabular cranial, deformação da cabeça femoral (formato de cogumelo, achatamento) ou outros sinais de osteoartrose.


Visite também as seguintes página do Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária - CBRV:

Termo de responsabilidade do veterinário 

Termo de responsabilidade do proprietário

Protocolo de Avaliação

Esquema do protocolo


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RADIOLOGIA VETERINÁRIA - ABRV / CBRV
Rua Padre Machado, 455 cjto 32 - São Paulo - SP - CEP 04127-000 - Tel  55 11 5579-5744 Website: www.abrv.com.br/col_normas.php
E-mail ABRV: abrv@abrv.com.br    -   E-mail Colégio: colegio@abrv.com.br



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