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“Quantas  são  as  tuas  obras,  SENHOR!   Fizeste  todas  elas  com  sabedoria!   A  terra  está cheia  de  seres  que  criaste.”  Sl 104:24




                                                        Por   Monica Reifegerste




DOGUES  COM  ORELHAS  NATURALMENTE  CAÍDAS  OU  ORELHAS  EM  PÉ,  ATRAVÉS DE   PROCEDIMENTO  CIRURGICO?      





Como  nem  todos  sabem,  as  orelhas  do  Dogue  Alemão  são   naturalmente  caídas.  Somente através  de  procedimento  cirúrgico  suas  orelhas são  cortadas e permanecem por algum tempo enfaixadas  com  armações  metálicas  ou  de  plástico, capacete ou bandagens com esparadrapo. Estas  bandagens  precisam  ser  trocadas  semanalmente  ou  sempre  que   necessário,  até  que as orelhas venham  a  permanecer  erguidas.

Conforme  o   padrão  da  raça  Dogue  Alemão  da  FCI,  adotado  pela  organização  de  cinofilia brasileira  CBKC,  as  orelhas  do  Dogue  Alemão  são  descritas  nos  seguintes  termos:

“Orelhas:  naturalmente  caídas,   inseridas   altas,   de  tamanho   médio,   as   dobras   frontais rentes  às  bochechas.”  Ver em CBKC, Raças / Padrões – FCI / Grupo 2 – Raças: Dogue Alemão - Padrão FCI 235 – 09/08/2002.

Para  fins de registro e/ou exposição, o corte ou cirurgia plástica das orelhas do Dogue  Alemão, também chamada  de  conchectomia,  não  é  obrigatória,  pelo  contrário,  no  Brasil  ainda é uma opção  do  criador  ou  do  proprietário.

Em  uma  exposição,  um  dogue  alemão  que  tenha  sido submetido a conchectomia não poderá levar  vantagem,  em  razão  da  mesma, sobre  outro  cão  que não tenha sido  submetido  a  este procedimento  cirúrgico.

Em  alguns  países  na  Europa como  na Inglaterra e na Alemanha, este procedimento cirúrgico é proibido.

É  importante  saber  que  ao contrário do que muitos pensam a conchectomia nem sempre é bem sucedida  e  para   repará-la,   muitas  vezes,  o  cão  é   submetido  a  várias  outras  intervenções corretivas,  implicando  em  mais  riscos  e  sofrimento  para  o cão e mais gastos e preocupações para  o  proprietário.

Filhotes saudáveis e de excelente conformação  física e temperamento já foram perdidos  em uma mesa  de  cirurgia  durante o procedimento  da  conchectomia,  pois todo procedimento cirúrgico sempre envolve  riscos.

Podem  ocorrer  problemas  em  função de  complicações pós-operatórias e há riscos de infecção que  precisam ser evitados através de um monitoramento pós-cirúrgico constante,  muitas vezes, por  meses  para  evitar  danos ao  filhote submetido a esta  cirurgia.

É  possível   verificar,  visitando  também  sites  na  internet,  muitos  belíssimos  exemplares  que tiveram  suas  orelhas  arruinadas  por  cirurgias   mal  sucedidas  e/ ou  por   falta  dos  cuidados pós-operatórios  que  se  fazem  necessários.



Portanto,  caso  você  opte  em  submeter  seu  filhote  a  esta  cirurgia, analise os prós e contras, informe-se  sobre  os  pontos  de  vista  contrários  de  profissionais  devidamente  credenciados sobre  esta  matéria  e  se  você  está  realmente disposto  a  arcar  com  as  despesas, os  riscos e os  cuidados  pós-operatórios  envolvidos.  Há  poucos  médicos  veterinários  treinados  para  a prática  da  Conchectomia,  uma  cirurgia  que  exige  alta  meticulosidade de  detalhes.

Lembre-se  que  você   terá  que  dispor  de  tempo  para  tratar  e  monitorar  seu  filhote  por  um longo  período, além de correr o risco de perdê-lo ou deixá-lo mutilado por conta de uma cirurgia, que  no  nosso  entender,  é  meramente  estética,  ainda  que  hajam   argumentos  contrários  de médicos  veterinários   favoráveis  a  esta  cirurgia.  





 

 

 

 

 

 
          B  E  N  T  L  E  Y 

 

   Great Danes Online  -  www.danesonline.com/week324.htm



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